Sábado, 31 de Janeiro de 2009
Suri está entre nós!
Eu queria ter sido uma Suri quando era criança!!
Quarta-feira, 28 de Janeiro de 2009
Sony Ericsson, nunca mais!
Mas minha mãe resolveu perturbar a minha vida e tanto me encheu o saco que eu resolvi que iria levá-lo na assistência técnica. A porcaria do celular custou R$ 5 naquelas promoções da Vivo. Eu ia gastar mais de passagem, mas como estava na garantia e eu ainda pouparia meus ouvidos, então no fim até que seria lucro. Há. Ledo engano.
Primeiro que pra descobrir o endereço da assistência técnica eu penei. O site da empresa é uma bosta e eu até agora não sei como foi que cheguei ao endereço, mas no fim achei. Pois bem... no Rio de Janeiro, uma cidade imensa, com zilhões de habitantes, só há dois locais pra consertar a budega: Centro e Barra da Tijuca. Tirei um dia de folga para ir ao Centro.
Não satisfeito em localizar-se em nada aprazível muquifo do Centro, perto da Praça Mauá, o prédio ainda fica rodeado de locais onde moças de vida fácil oferecem seus trabalhos. Sim, no meio de um monte de puteiros. Ok, faz a fina, finge que não viu a moça acenar de sutiã na janela ao lado, vamos lá. O porteiro do prédio me diz que não posso subir de elevador, até agora não entendi o motivo. Subo dois lances de escada para pegar a senha 31. Quando entro na tal assistência autorizada, conto nada menos de 68 pessoas esperando. Pensa que isso é muito? A última senha chamada tinha sido a 879 - teria de esperar um rolo de senhas, que vai até o 999, acabar para, aí sim, começar de novo. Pelas minhas contas, 151 senhas antes da minha.
Saí bufando e só não taquei o aparelho na primeira lata de lixo porque sou uma pessoa sensata e sei que isso polui o ambiente. Por mim, esse negócio vai pra coleta seletiva o mais rápido possível. Sony Ericsson, jamais!
Segunda-feira, 19 de Janeiro de 2009
BBBosta!
Pior de tudo é chegar no bar, sexta-feira, puuuuuuuuta da vida depois de ter aturado mais uma semana de eliminações, paredões, votações, provas do líder e o escambau, pra descobrir que o assunto éééé... BBB.
Pelo fato de eu ter trabalhado com essa pinóia três anos seguidos, bastava eu comparecer a qualquer evento social pra ouvir as pessoas me perguntando o que tinha acontecido nas últimas horas e minha análise 'profissional' sobre o assunto. Pelamordedeus né!
Pois então. Quanto mais eu fujo, mais o BBB me pega pelo pé. Estava eu escalada para cobrir Fashion Rio e SP Fashion Week - duas coberturas bem cansativas, mas nobres, quando se fala de jornalismo de 'entretenimento'; ou fofoca, pra quem não entende bem eufemismos. Não é que me tiraram da cobertura féxion pra ficar de olho na casa de vidro do BBB? Estou há quase uma semana trabalhando dentro de um shopping, vendo quatro malditos que passam o dia todo mandando beijinhos e acenando pra câmeras. E isso porque os leitores se interessam bem mais pelo que eles estão fazendo na casa de vidro do que pelo mundinho da moda.
Mas são muitas câmeras. Coisa assim de dobrar o movimento do shopping. Movimento de Natal. Sabe o que isso significa? Que tem um zilhão de desocupados no mundo perdendo tempo pra ficar ali, rodando em volta de uma bolha de vidro. Isso não entra na minha cabeça. Se alguém entender o que se passa me avisa, please, antes que eu vá comprar o arsênico pra dar fim ao meu sofrimento.
Segunda-feira, 13 de Outubro de 2008
Amigas e amiguinhas
Para isso, vou expor minha teoria sobre as 'amigas' e as 'amiguinhas'. Tem uma diferença bem clara quando um cara arruma uma namorada.
Amiga é aquela que é amiga mesmo, sem segundas intenções. Quando o rapazote começa a namorar, a moça continua a tratá-lo como amigão do peito, é claro. Sim, ela continua a ser carinhosa mas o tom dela nunca é muito meiguinho ou íntimo, pra evitar que a namorada do moço fique bolada.
A amiguinha faz justamente ao contrário. Cheia de segundas intenções, ela passa a ser mais carinhosa ainda, mais melosa, mais presente e a falar AXIIIIIIMMMMMMMM com o moço,
bem miguxa mesmo, sabe??
Vou fazer uma novena pra Nossa Senhora das Namoradas pra afastar todas as amiguinhas da minha vida. Amém.
Quinta-feira, 9 de Outubro de 2008
Nem em 24 horas!

Ator Kiefer Sutherland diz ter medo de 'Procurando Nemo'
Em cena com tubarão, astro de '24 Horas' diz que sua 'pipoca voou'
Gente. JIÉQUI BAUER tem medo de um filme de criança.
Ok. Não precisava nem ser o Jack Bauer. Qualquer rapazote de mais de dez anos não tem o direito de ter medo de algo tão prosaico quanto Procurando Nemo. Se ainda fosse Monstros S.A. ou Shrek!A crise em termos que você vai entender.
Para quem desconhece o que esta acontecendo no mercado Americano, lá vai.
É assim: O seu Manoel tem um bar, na Vila Bebum, e decide que vai vender cachaça 'na caderneta' aos seus leais fregueses, todos bêbados, 90% desempregados. Porque decide vender a crédito (fiado), ele pode aumentar um pouquinho o preço da dose da branquinha (a diferença é o overprice, conhecido como custo econômico, que os pinguços pagam para encher a cara sem pagar pelo crédito adiantado).
O gerente do banco do seu 'Manel', um ousado administrador formado em curso de emibiêi, decide que as cadernetas das dívidas do bar constituem, afinal, um ativo (valor) recebível, e começa a adiantar dinheiro ao estabelecimento tendo o pindura dos pinguços desempregados como garantia.
Uns seis zé-cutivos de grandes bancos, mais adiante, lastreiam (dão como garantia) os tais recebíveis do banco do seu Manoel, e os transformam em CDB, CDO, CCD, UTI, OVNI, SOS ou qualquer outro acrônimo financeiro que ninguém sabe exatamente o que quer dizer e só descobre depois que perde tudo.
Esses adicionais instrumentos financeiros, alavancam o mercado de capitais e conduzem a operações estruturadas de derivativos, na BM&F, cujo lastro inicial todo mundo desconhece (a pindura do bar).
Esses derivativos estão sendo negociados como se fossem títulos sérios, com fortes garantias reais, nos mercados de 73 países. Até que alguém descobre que os pinguços da Vila Bebum não têm dinheiro para pagar as contas, e o Bar do seu 'Manel' vai à falência e o mundo todo 'sifu' junto, inclusive quem não bebe e nunca foi à Vila Bebum. SIMPLES
(autor desconhecido)
Vermelho é a cor do demo
Ano passado eu costumava fazer as unhas no Werner, um salão bem caro e metido a besta. Coisa de R$ 30 pra fazer pé e mão simples, praticamente um assalto. Então a gente supõe que as pessoas que estão ali compartilhando o espaço são pessoas com alto poder aquisitivo, educadas... Rá! Tolice minha.
Enquanto minha manicure pintava minhas lindas unhas de vermelho, a senhora que estava do meu lado começa o sermão:
- Como pode uma menina tão bonita, tão educadinha... pintando as unhas de vermelho?
Dei um sorriso amarelo, pensando que a coitada não devia gostar da cor. Mas gosto é que nem koo né, cada um tem o seu. Rá. Segunda tolice!
- E ainda por cima usando uma blusa vermelha... - continuou a idosa.
Minha manicure, que compartilha comigo o ódio por pessoas sem noção, responde que achava lindo, que eu ficava muito bonita por ter a pele branquinha... Assim, ela até que tentou ser razoável. AÍ COMEÇA A PREGAÇÃO - eu devia ter adivinhado!
- É que vermelho é a cor do demo... do satanás! E ela está atraindo o diabo para o corpo... Deus me livre!
Me limitei a rir, porque vê se dá pra perder tempo com gente sem loção que acha que a cor do meu esmalte vai trazer o demo pro meu corpo! Até porque muito provavelmente ele já andou por aqui quando bem quis! hehehe
Olha, se fosse assim... porque eu já cansei de ver um monte de mulher muito da filha da puta usando branquinho, rosinha, misturinha... Sou mais eu de esmalte vermelho e com o diabo no corpo que de esmalte clarinho e sem-noção.
Quarta-feira, 8 de Outubro de 2008
Oi, tudo bem, prazer te conhecer.
Aliás, aqui vai o primeiro momento de CUriosidades inúteis: vocês sabiam que pessoas com nomes estranhos têm mais chances de sofrer distúrbios emocionais? E que os homens de alcunhas esquisitas sofrem três vezes mais com o mesmo problema? (Coitado do Um Dois Três de Oliveira Quatro...). Bom, pelo menos eu sou mulher e acho que não tenho assim tantos distúrbios emocionais.
Depois de muito tempo brigando com o meu nome, eu o aceitei. É difícil, diferente, eu preciso repetir um zilhão de vezes pras pessoas sem noção "Bi-ê-ssá. Bê-í-é-esse-esse-á!!!". Têm coisas boas, e coisas uins. Por exemplo: Ou a pessoa não vai me esquecer nunca mais, ou vai passar meses dizendo 'Desculpe, qual é mesmo seu nome??'.
Aprendi a não me ofender mais com o erro das pessoas. Se na primeira ligação, a pessoa diz 'Oi Bia', eu respondo 'É Bieeeeeeeessa'. Se não terceira, ainda assim continuar me chamando de Bia, eu respondo 'Oi queridaaaaaaaaammmmmm'.
Mas o triste é que, se eu faço alguma coisa, não dá pra esconder. Se alguma Juliana faz alguma coisa, pode ser a Ju tal ou a outra. Agora, e se meu nome aparece na capa do jornal?? Não vai ter jeito de dizer que não fui eu... =)
De portas abertas
O Biessa me mucho abre hoje as portas e começa suas atividades em sistema de soft opening - sabe quando a casa/loja/restaurante ainda está naquele esquema de não ter todos os serviços, sentindo como o público vai reagir e tal e coisa? Então!
Provavelmente você chegou aqui porque me conhecia lá do Solteira(s), então fique sabendo que continuarei contando histórias de solteiras, solteiros, Hélios e afins, mas não vou me ater só a isso. :) Quero falar um bocadinho sobre tudo, diversificar os serviços e servir bem para servir sempre.
De qualquer forma, mamãe ensinou que é educado se apresentar. Eu sou Biessa, 23 anos, jornalista e apaixonada por chocolate, internet e mais tantas outras coisas.